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Sem sombra de dúvidas, a notícia que teve maior repercussão nos últimos dias foi sobre as queimadas que estão ocorrendo na Amazônia, provocando um momento de profunda tristeza para a fauna e flora brasileiras. Por mais que pareça algo distante de nós e que afeta apenas a região Norte do país, pode não ser bem assim. Os incêndios incessantes têm consequências diretas nas nossas vidas, inclusive nas contas de energia elétrica dos próximos meses. 

 

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) do Brasil aponta um recorde de 72.843 incêndios em 2019 até o momento, uma alta de 85% quando comparado ao mesmo período de 2018. As notícias sobre queimadas e desmatamento no “pulmão do mundo”, já repercutem internacionalmente em jornais do mundo inteiro. Ao absorver milhões de toneladas de carbono todos os anos, nossa floresta tem papel chave na redução das mudanças climáticas e seu cenário atual causa preocupação.

 

Com as queimadas, além dos prejuízos para o meio ambiente, há uma diminuição das chuvas e consequentemente reduz também a quantidade de água nos reservatórios das hidrelétricas que produzem a energia que chega à maior parte da população. Muitas pessoas desconhecem, mas a Amazônia desempenha um papel importantíssimo para as chuvas de todo o Brasil em razão dos chamados “Rios Voadores”. Estes são compostos pela umidade do ar que a Floresta Amazônica produz e é distribuída para outras partes do país e até países vizinhos (assim como a fumaça chegou até São Paulo, a umidade também é transportada), preservando a sobrevivência da floresta e de grande parte dos rios das bacias do Brasil. Sem a vegetação amazônica e as grandes árvores com raízes profundas, não há como extrair a umidade do solo.

 

Essa redução da umidade aliada à estiagem natural dos meses de julho e agosto, provavelmente farão com que seja necessário o acionamento de mais termelétricas, que possuem um grande custo e são responsáveis pelas bandeiras vermelhas patamar 2 nas contas de energia. Portanto, este ano a perspectiva é a de que as bandeiras perdurem por mais tempo, a fim de cobrir o acionamento das termelétricas antes do tempo previsto e também que o reajuste anual da tarifa, geralmente anunciado em setembro, seja maior que o dos últimos anos.

 

Então, por mais que pareça um evento distante das nossas realidades e restrito à região Norte do país, todos seremos diretamente afetados, principalmente quando se trata de energia elétrica. Preservar e cuidar do meio ambiente em todos os seus âmbitos garante uma estabilidade no setor, que depende de diversas condições naturais para estabelecer o valor de cobrança do kWh.

 

Para reduzir sua preocupação com a oscilação nas tarifas de energia elétrica, uma solução direta e eficiente é a energia solar fotovoltaica, um recurso totalmente renovável e mais previsível do que outras fontes de energia como a hídrica. Além do mais, a eletricidade solar não polui, não prejudica o ecossistema, ajuda no aumento da disponibilidade energética do país e traz vantagens financeiras (já que garante uma redução de até 95% na conta). Fale com nossa equipe!