Energia Solar

Entenda Como Tudo Funciona

1. Se a energia da distribuidora cair, vou continuar tendo energia na minha casa?

Não. Como o próprio nome já diz, os sistemas fotovoltaicos conectados à rede precisam estar ligados à uma rede elétrica para funcionar, ou seja, caso exista queda na energia da unidade consumidora, o sistema fotovoltaico também irá parar de funcionar, mesmo que haja sol. Isto ocorre, entre outros fatores, por uma medida de segurança e de prevenção.

2. A CELG (ou concessionária) irá permitir esta ligação?

Esta tecnologia desembarcou no Brasil com a Resolução Normativa 482/2012 da ANEEL, que permite que cada um gere sua própria energia e, ao fim do mês, pague apenas a diferença entre o que foi gerado e o que foi consumido. Para isso, o sistema deve estar conectado à rede elétrica do edifício (desde casas até indústrias), e consequentemente, à rede de distribuição da concessionária de energia, que deve aprovar e vistoriar o projeto de instalação fotovoltaica. Após a instalação do sistema, a concessionária irá realizar a troca do medidor de energia, que irá verificar o quanto foi gerado e o quanto foi consumido, fazendo a cobrança apenas da diferença entre estes valores.

3. Qual a diferença entre o aquecimento solar e a energia fotovoltaica?

Existem duas formas de aproveitar a energia do sol: gerando calor ou eletricidade. A tecnologia mais difundida hoje no Brasil é a de aquecimento de água através do calor solar, que pode ser aproveitada nos chuveiros, torneiras e piscina.

A energia solar fotovoltaica, por sua vez, utiliza a radiação solar para geração de eletricidade, ou seja, o produto do sistema será transportado exclusivamente pelo cabeamento elétrico instalado, não havendo qualquer relação com sistemas de aquecimento. A energia elétrica gerada será consumida pelos equipamentos existentes, desde uma televisão até o maquinário industrial, indiferentemente de sua demanda energética. Caso a geração do seu sistema seja maior do que o consumo, você empresta essa energia excedente e obtém um desconto na conta ao final do mês.

4. Posso ligar o chuveiro e o ar acondicionado neste sistema?

Uma das vantagens do sistema fotovoltaico conectado à rede é que você não precisa fazer o dimensionamento dos equipamentos! Você pode ter todos os aparelhos que quiser e liga-los quando precisar, normalmente. O importante é o consumo de energia por mês (kWh) para instalar um sistema do tamanho certo e que reduza de verdade sua conta. Isto ocorre porque, caso a demanda de energia seja maior do que a geração, as cargas que estão demandando esta energia serão abastecidas pela rede pública de distribuição.

Exemplo:
Digamos que uma residência está consumindo 2 kWh por volta de meio dia e o sistema de geração está fornecendo 3 kWh. Neste caso, existe uma sobra de 1 kwh que é emprestada para a rede pública, gerando um crédito para ser consumido posteriormente. Caso um indivíduo dentro da casa ligue um equipamento a mais, um ferro de passar roupas, por exemplo, a casa subirá seu consumo de 2 kwh para, aproximadamente, 4 kwh. Neste caso, a geração, que é de 3 kwh, é menor do que o consumo naquele momento, então a diferença, 1 kwh, será fornecida pela rede pública.

5. Quando está nublado ou chovendo ainda vai haver geração?

Sim. Em dias nublados ou chuvosos o sistema continuará gerando, claro que menos energia do que em um dia com muito sol. Mas um dia ou outro, não tem problema, porque o importante é a energia produzida no fim do mês, quando a companhia de luz fechar sua fatura.

Com um painel que transforma a luz do sol em energia similar a das pilhas e baterias, e um inversor, que transforma a energia para que possa ser usada pelos aparelhos da casa.
Até 90% do consumo já no primeiro mês, pagando apenas a tarifa mínima de energia — dependendo do tamanho e características da área disponível. Você pode gerar quanta energia quiser e começar com um sistema pequeno e depois expandi-lo, para abater no local onde está instalado ou em outras propriedades suas.
  1. Basta ter telhado ou espaço disponível em solo, sem sombreamento, para instalar as placas. O sistema é mais vantajoso para quem consome acima de 150 reais de luz por mês.
  2. Solicite a visita do técnico para verificar as condições do local: ligue (62) 4053-9900 ou mande um email para contato@brsenergia.com.br

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) obriga as distribuidoras a permitir o acesso de geradores que utilizem recursos renováveis. Basta apresentar o projeto de instalação e assinar o termo de relacionamento operacional.

Se você estiver gerando mais energia do que consumindo, o excedente é injetado na rede - você está emprestando energia para a distribuidora. Quando precisar, você pega essa energia emprestada de volta, por exemplo, durante a noite, quando não há energia do sol. No final do mês, você pagará apenas a diferença entre o que consumiu e o que produziu.

Se ao final do mês sua geração exceder o consumo, você receberá créditos que podem ser usados em até 60 meses no mesmo local ou em outra propriedade registrada sob mesmo CPF ou CNPJ, dentro da área de atendimento da mesma distribuidora.

Economia:

Trata-se de um investimento! Nesse sentido, você terá economia na sua conta de luz imediatamente. A expectativa de vida do sistema é de, no mínimo, 25 anos! Desta forma, você não precisa se preocupar com a inflação da conta de luz!

O Brasil, e Goiás em particular, é um lugar ideal para a instalação dos sistemas fotovoltaicos: podemos gerar muita energia, porque temos muito sol.

Confiabilidade:

Países como o Japão, os Estados Unidos e a China estão apostando alto nas energias renováveis, e em especial na solar, para substituir suas usinas geradoras movidas a carvão e nucleares. Na Alemanha, por exemplo, a geração solar atingiu 40% de toda a eletricidade do país no verão de 2013.

Após a instalação, não é necessário combustível extra (a não ser o sol, que ainda vai durar alguns bilhões de anos) e a manutenção é mínima - apenas limpar os módulos de vez em quando.

Sustentabilidade:

Os sistemas fotovoltaicos integrados às edificações não produzem impacto ambiental. Seu combustível é a luz do sol, não emitem gases, não fazem ruído e usam espaços antes inutilizados: telhados. Como a energia é produzida no mesmo local em que é consumida, as perdas por transmissão são reduzidas. Além do mais, cada kWh produzido é um kWh economizado em combustíveis fósseis nas termoelétricas, florestas que não precisam ser inundadas para dar lugar à hidroelétricas ou água economizada nos reservatórios para evitar um apagão.

A conta de luz do Fábio, morador de Goiânia, era de cerca de R$ 300 por mês. Ele decidiu instalar um sistema para atender 90% da sua demanda: 3,18 kW, ou seja, 12 placas. Agora ele paga, na média, R$ 31! Uma economia de R$ R$ 3.230 por ano.

Quer saber quanto custou o sistema do Fábio? Ligue pra nós: (62) 4053-9900